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Atualizado em 16/08/2018 às 22h20

Alunos da UEPB conscientizam população sobre combate ao Aedes Aegypti

Projeto de extensão visita moradores das cidades de Campina Grande, Lagoa Seca, Massaranduba e Puxinanã. Alunos da UEPB conscientizam população sobre combate ao mosquito Aedes Aegypti Eduardo Marcelino/Aqruivo Alunos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) se juntaram com as equipes de saúde no combate ao mosquito Aedes Aegypti. Eles estão visitando bairros de Campina Grande e das cidades de Lagoa Seca, Massaranduba e Puxinanã. O objetivo do trabalho é conscientizar a população sobre os perigos que o mosquito oferece. O projeto “Arboviroses e Aedes Aegypti: avaliação da percepção humana e ações educacionais em saúde” é uma coordenado pela professora Maria Avany Bezerra Gusmão, do departamento de biologia da instituição. Mesmo com políticas públicas para o combate à proliferação do mosquito, a equipe percebeu que ainda existe carência de informações sobre o tema. Por isso, os pesquisadores contribuem repassando cuidados básicos e específicos para evitar a transmissão de doenças graves como dengue, zika e chikungunya. “Existem muitas campanhas educativas, mas a população precisa de informações mais próximas. Então nós resolvemos levar dados mais específicos. As pessoas precisam entender que o combate ao mosquito depende efetivamente dos cuidados delas e por isso elas devem aprender sobre o assunto”, revelou a coordenadora do projeto. A professora Maria Avany coordena 15 alunos que participam do projeto Eduardo Marcelino/Divulgação As quatro cidades escolhidas são as que mais registraram doenças transmitidas através do Aedes Aegypyti, de acordo com um levantamento do Governo Federal. A equipe leva para as pessoas amostras do mosquito em seus diferentes ciclos de vida, passo fundamental para que elas difrenciem o Aedes Aegypti de outros insetos. Visitar as secretarias de saúde dos municípios foi o primeiro passo tomado pela equipe formada por 15 alunos, que fazem questão de lembrar que os serviços são diferentes. O projeto faz um trabalho preventivo, enquanto os municípios devem atuar diretamente no tratamento das infestações. O aluno Eduardo Marcelino, de 38 anos, participa de todas as visitas e garante que a experiência garantiu aprendizado para ele também. “As experiências das pessoas que a gente visita são fundamentais para criar a consciência de que a vigilância deve ser contínua”, disse o estudante. Segundo a equipe do projeto, é necessário ficar atento às seguintes características do mosquito Aedes Aegypti: O ovo colocado pelo mosquito vive até 1 ano e espera por boas condições para o seu desenvilmento; Têm hábitos diurnos, mas pode picar à noite; É escuro e têm listras brancas; Prefere água limpa, mas se prolifera em ambientes sujos; Se distribuem em vários locais de uma mesma poça de água.
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Autor/Fonte: Globo.com

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