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Atualizado em 15/08/2018 às 07h59

“Devíamos estar todos do mesmo lado e não provocar alarme”

“Esta celebração este ano é uma celebração diferente. Além da questão da fé, vimos também aqui relembrar aquilo que aconteceu numa homenagem às vítimas, mas também num abraço às suas famílias”, começou por dizer Paulo Cafôfo aos jornalistas no Monte, onde se encontra para participar nas cerimónias religiosas em honra da padroeira da Madeira.O presidente da Câmara Municipal do Funchal lamentou o “alarme social que foi criado à volta do Arraial do Monte, apesar das garantias de segurança da Câmara”, sublinhando que isso também foi “um factor dissuasor” para justificar a fraca afluência de pessoas ao Monte este ano.Cafôfo imputou a responsabilidade deste alarme social à Junta de Freguesia liderada por Idalina Silva, que acusa de “denegrir a freguesia do Monte”.“Há matéria que não devia ser alvo de aproveitamento político (...) Devíamos estar todos do mesmo lado e não provocar alarme”, afirmou o autarca.Quando questionado pela comunicação social sobre se estava ‘ansioso’ pelo resultado do inquérito do Ministério Público, Cafôfo diz estar “tranquilo”. “Sempre disse que respeitaria a justiça e os tempos da justiça, numa perspectiva de colaboração, que é aquela que tenho tido desde a primeira hora”, reiterou.Cafôfo frisou ainda que “a CMF assegurou a segurança e toda a festividade e encargos com este arraial, para que esta tradição não acabe”.
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Autor/Fonte: Dnoticias.pt

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