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Atualizado em 12/10/2018 às 06h59

Grupo Pestana soube aproveitar capital próprio para reinvestir

Presente em 15 países e 90 hotéis em quatro continentes, o Grupo Pestana fundado há 46 anos na Madeira é desde há vários anos o maior grupo hoteleiro português e, por isso, como caso de estudo, não faltou, com a intervenção de José Theotónio. Tendo demorado 15 anos para lançar o segundo hotel, foi o primeiro passo da chamada internacionalização do grupo, com um novo hotel no Algarve, com a efectiva internacionalização na década de 90 nos PALOP e depois no Brasil e agora na América. Foram criadas duas marcas além das Pousadas de Portugal, com o colection hotels e o CR7. Sobre fidelização, o grupo tem 35 mil família, algumas há 30 anos nos seus clubes de férias que garantem o negocio de timesharing com peso importante nos negócios Pestana. 2017 foi um ano muitíssimo bom, disse, mas também nos últimos três anos, até porque após quatro anos muito difíceis de 2009 a 2013. Sobre as formas de financiamento, lembrou que já utilizou várias formas de financiamento, recordando que, como grande empresa, hoje já não podem concorrer aos findos comunitários, mas uma coisa foi certa, quase sempre reinvestiu muito do que ganhou, algo que atravessou as várias décadas. Não é por acaso que os grandes planos do grupo passam por chegar a 20 países, atingir o top 25 da Europa e o top 100 do Mundial, chegando aos 109 hotéis e sete mil colaboradores, tudo objectivos a atingir até 2020. Segue-se uma sessão de perguntas dos presentes, que podem ser feitas on-line através da página de Facebook do evento, e respostas dos oradores Gonçalo Batalha, António Trindade e José Theotónio.
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Autor/Fonte: Dnoticias.pt

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